Videoconsulta com médico em minutos — baixa médica, atestados e receitas sem sair de casa, sem filas e sem esperas.
"Médica muito profissional e atenciosa, serviço rápido e eficaz. Funciona tudo muito bem! Inclusive tudo OK com o seguro de saúde. Sem dúvida a repetir sempre que for necessário algum serviço médico. Obrigado @doutora! :-)"
"Serviço prestado com eficiência e eficácia, mas acima de tudo com empatia e humanidade."
"A minha consulta médica online correu de forma muito tranquila e eficaz, com a profissional de saúde a demonstrar atenção, clareza nas explicações e verdadeiro cuidado, o que me deixou confiante e bem acompanhada durante todo o processo."
"A consulta foi realizada através de uma videochamada. Eu estava com dores no corpo, febre e sem energia para me levantar ou deslocar-me. Fiquei surpreendido com o acompanhamento, por ser à distância, que foi muito atencioso e bem conduzido. A documentação foi corretamente processada e enviada."
"Precisava de renovar as minhas receitas para as alergias. O atendimento foi rápido, claro e adequado às minhas necessidades."
"Boa experiência. Processo simples, atendimento simpático e rápido, com resposta às minhas necessidades."
Descarrega o guia gratuito com os 7 sintomas femininos que não deves ignorar — e aprende a reconhecer os sinais antes que se tornem urgentes.
Ao submeter concordas com a nossa Política de Privacidade. Os teus dados não são partilhados com terceiros.
Descarrega o nosso guia gratuito e fica com o checklist completo de exames, rastreios e consultas que a mulher portuguesa deve fazer todos os anos.
Ao submeter concordas com a nossa Política de Privacidade. Os teus dados não são partilhados com terceiros.
O que fazer nas emergências mais comuns antes de chegar o socorro — RCP, engasgamento, hemorragias e muito mais.
Introduza o seu nome e email para receber o PDF
Sem spam. Pode cancelar a qualquer momento.
Da marcação à consulta, tudo online e sem complicações.
Seleciona o tipo de consulta ou atestado que precisa, com preço claro desde o início.
Escolhe o dia e hora disponível no calendário. Confirmação imediata por email.
Pagamento rápido e seguro por MBWay, Referência Multibanco ou cartão bancário. Fatura emitida automaticamente.
Videoconsulta no browser, sem instalações. Documentos enviados por email.
Seguro, simples e certificado. Porque a saúde não deve ser complicada.
Calendário com disponibilidade em tempo real. Sem chamadas, sem filas de espera. Confirmação instantânea.
CALENDÁRIO ONLINEInsira o número de telemóvel, confirme no app MB WAY. Também aceita Referência MB e cartão bancário.
PAGAMENTO SEGUROApós o pagamento, a fatura é gerada e enviada para o seu email em menos de 30 segundos. Com NIF e certificação AT.
CERTIFICADA ATConsulta por videochamada diretamente no browser. Sem instalar software. Encriptada de ponta a ponta.
VIDEOCONSULTA HDToda a informação clínica está protegida em conformidade com o RGPD.
RGPD CONFORMEAtestados e declarações emitidos eletronicamente e enviados por email.
VALIDADE LEGALEmitida após o pagamento com certificação da Autoridade Tributária. Enviada em segundos.
Dois preços simples conforme o tipo de serviço.
Para situações que requerem comprovativo médico escrito.
Videoconsulta com emissão de baixa ou documento no próprio dia.
Aceite todos os métodos de pagamento habituais em Portugal.
Informação médica rigorosa, sustentada em evidência científica, para decisões mais informadas sobre a sua saúde.
A infeção do trato urinário é uma das patologias mais frequentes em Portugal. Saiba como identificar, tratar e prevenir com base em evidência científica.
Ler artigo →Tudo sobre declarações médicas, baixas, o Código do Trabalho português e os seus direitos como trabalhador quando está doente.
Ler artigo →O que diz a lei portuguesa, documentos necessários e prazos para apresentar ao diretor de turma. Como obter declaração médica online.
Ler artigo →Amigdalite, faringite — quando é viral e quando é bacteriana? Quando deve tomar antibiótico. Critérios de Centor e evidência atual.
Ler artigo →Semaglutido, tirzepatido — os medicamentos que revolucionaram o tratamento da obesidade. Eficácia, segurança e quem pode tomar.
Ler artigo →VIH, gonorreia, sífilis, herpes, HPV — sintomas, rastreio, tratamento e prevenção segundo as guidelines europeias.
Ler artigo →Como funciona o CIT em Portugal, prazos, regras da Segurança Social e como renovar a sua baixa sem sair de casa.
Ler artigo →Vareniclina, bupropiona, adesivos de nicotina — os tratamentos com maior evidência científica para deixar de fumar com apoio médico.
Ler artigo →Quando é obrigatório, o que é avaliado e como obter o atestado de aptidão médica para condução em Portugal de forma online.
Ler artigo →Direitos laborais, o que deve constar no documento e como obter o atestado de amamentação online no próprio dia.
Ler artigo →Rastreios recomendados pela DGS por idade e sexo, vacinação do adulto e como fazer rastreio de IST de forma discreta.
Ler artigo →O que é, como funciona, quanto custa e o que pode tratar numa consulta online em Portugal. Tudo o que precisa saber antes de marcar.
Ler artigo →Vantagens do médico online, o que pode pedir, segurança e sigilo médico. Como escolher uma plataforma de confiança em Portugal.
Ler artigo →Como funciona a telemedicina em Portugal, diferenças entre SNS e privado e os seus direitos como utente.
Ler artigo →7 de Abril — o que significa este dia, qual o tema da OMS em 2026 e o que pode fazer hoje pela sua saúde em Portugal.
Ler artigo →Tens direito a baixa médica sendo freelancer? Como funciona o CIT, o subsídio de doença e como resolver tudo por videoconsulta em 20 minutos.
Ler artigo →O que podes e não podes fazer sem médico de família em Portugal. Soluções práticas para freelancers e trabalhadores remotos.
Ler artigo →Sem médico de família, sem esperas. Como renovar a receita da pílula por videoconsulta de forma legal e segura em Portugal.
Ler artigo →Tem sintomas de infeção urinária? Na ConsultasOnline pode fazer uma consulta de infeção urinária online por videochamada — diagnóstico e tratamento no próprio dia. Custo: 40€. Exclusivo para mulheres adultas.
A infeção do trato urinário (ITU) é uma das infeções bacterianas mais comuns em ambulatório. A cistite aguda não complicada é a forma mais prevalente em mulheres adultas saudáveis.
A Escherichia coli é responsável por 80–85% das ITU não complicadas.
Febre superior a 38,5°C, dores lombares intensas ou vómitos requerem avaliação urgente.
Consulta online com diagnóstico e tratamento em 30 minutos.
As faltas ao trabalho por doença são reguladas pelo Código do Trabalho (Lei n.º 7/2009) e pela legislação da Segurança Social.
O CIT deve ser submetido à Segurança Social em até 5 dias úteis após o início da incapacidade.
Faltas justificadas por doença não podem constituir justa causa de despedimento (art. 351.º CT).
Emissão no próprio dia, enviada por email.
As faltas escolares por doença são reguladas pelo Estatuto do Aluno e Ética Escolar (Lei n.º 51/2012).
A justificação deve ser entregue ao Diretor de Turma nos 3 dias úteis seguintes ao regresso.
No ensino secundário, o limite é 10% da carga horária de cada disciplina.
Declaração médica emitida por videoconsulta, no próprio dia.
Até 80% das faringoamigdalites são de origem viral e não beneficiam de antibiótico.
Score ≥3: considerar antibiótico. Score ≤1: viral — antibiótico não indicado.
Trismo, voz "engrolada" e desvio da úvula são sinais de emergência cirúrgica urgente.
Avaliação online e tratamento adequado em 30 minutos.
O semaglutido (Ozempic/Wegovy) e o tirzepatido (Mounjaro) representam a maior evolução no tratamento farmacológico da obesidade em décadas.
O semaglutido 2,4 mg causou redução média de 14,9% do peso corporal vs. 2,4% no placebo.
No estudo SURMOUNT-1, o tirzepatido 15 mg atingiu reduções de até 22,5% do peso corporal.
Gravidez, aleitamento, história de carcinoma medular da tiróide. Exige sempre prescrição médica.
Segundo o ECDC, em 2022 registaram-se aumentos de 48% na gonorreia e 34% na sífilis na UE.
A PrEP reduz o risco de transmissão em mais de 99%. Rastreio recomendado a todos os adultos sexualmente activos.
Tratamento: ceftriaxona 500mg IM dose única. Frequentemente assintomática na mulher.
Tratamento: penicilina G benzatínica — altamente eficaz.
IST bacteriana mais prevalente. Tratamento: azitromicina 1g dose única.
O preservativo, usado correctamente, reduz significativamente o risco de transmissão.
Consulta confidencial. Pedido de análises enviado por email.
A baixa médica é formalizada pelo Certificado de Incapacidade Temporária (CIT), enviado eletronicamente pelo médico directamente para a Segurança Social.
Os CIT podem ser emitidos após videoconsulta. É possível renovar a baixa médica sem sair de casa.
Sim, o Decreto-Lei n.º 2/2024, de 5 de janeiro permite a emissão do CIT após videoconsulta. O custo é 55€.
A SS pode verificar a incapacidade presencialmente. O trabalhador deve estar em condições compatíveis com o diagnóstico.
CIT emitido eletronicamente no próprio dia.
A dependência do tabaco é uma doença crónica. Sem apoio médico, apenas 3 a 5% dos fumadores conseguem parar de forma sustentada ao fim de um ano.
Cerca de 19% dos portugueses são fumadores. O tabaco é responsável por mais de 11.000 mortes por ano em Portugal.
Primeira linha com maior taxa de sucesso. Em meta-análise Cochrane, duplica a probabilidade de cessação vs. placebo. Duração: 12 semanas.
Alternativa à vareniclina, especialmente em doentes com depressão concomitante. Contraindicado em epilepsia.
Adesivos, pastilhas e inalador. A combinação de adesivo com pastilha de resgate é mais eficaz do que qualquer forma isolada.
A OMS não recomenda os cigarros electrónicos como método de cessação tabágica.
Consulta com prescrição médica, no próprio dia.
Pode obter o atestado médico para carta de condução online por videoconsulta, sem sair de casa. O documento é enviado por email em PDF com validade legal. Custo: 45€.
O atestado de aptidão médica para condução é obrigatório em Portugal para a obtenção e renovação da licença de condução.
Epilepsia, diabetes insulinotratada, apneia do sono ou doença cardíaca requerem relatório do especialista assistente.
Sim, para a maioria dos condutores de categoria B sem patologias relevantes. O atestado é emitido em PDF com validade legal e enviado por email.
Na ConsultasOnline o atestado médico para carta de condução custa 45€, incluindo videoconsulta e emissão do documento digital com validade legal no IMT.
Sim. O médico envia o atestado electrónico directamente ao IMT no final da consulta. Recebe também uma cópia em PDF por email para confirmar os seus dados.
A videoconsulta demora cerca de 20 minutos. O atestado é enviado ao IMT imediatamente após a consulta — tudo no próprio dia.
Sim. O mesmo atestado serve para qualquer situação: primeira carta, renovação, averbamento ou troca de carta estrangeira por portuguesa. Válido para todas as categorias.
Sim. Para o atestado de carta de condução é obrigatório ter um exame de visão actualizado, realizado numa óptica ou oftalmologista. Deve ter o resultado consigo durante a videoconsulta.
Emitido por videoconsulta, enviado por email no próprio dia.
O atestado de amamentação certifica que uma mãe está a amamentar o seu filho. É fundamental para exercer os direitos laborais de dispensa de trabalho para aleitamento.
O atestado tem validade de 3 a 6 meses. Quando expirar deve ser renovado. A consulta online permite renovar sem deslocação.
Sim. A videoconsulta é suficiente. O médico emite o documento em PDF com validade legal, enviado por email no próprio dia.
Emitido por videoconsulta, enviado por email no próprio dia.
O rastreio é a pesquisa de doenças em pessoas sem sintomas. O objectivo é detectar precocemente condições que, tratadas a tempo, têm melhor prognóstico.
Os rastreios oncológicos são gratuitos para a população-alvo. Responda sempre às convocatórias do SNS.
Para adultos sexualmente activos com múltiplos parceiros: VIH, sífilis, gonorreia e clamídia anualmente. A consulta online permite fazer o pedido de análises de forma discreta.
Consulta online com avaliação de risco e pedido de análises personalizado.
Fale com um médico por videochamada, sem sair de casa. Receba diagnóstico, receita eletrónica, baixa médica, atestados ou pedidos de exames, sempre que clinicamente indicado. Disponível de segunda a domingo, das 9h às 21h.
A consulta online, também conhecida como teleconsulta ou consulta médica por videochamada, permite falar com um médico através da internet, com recurso a câmara, microfone e ligação segura.
Em Portugal, a consulta online é uma modalidade legal e regulada. Pode ser usada para muitas situações de saúde do dia a dia, desde sintomas agudos a renovação de medicação crónica, sempre que o médico considere que o caso pode ser avaliado à distância.
Desde a pandemia de COVID-19, a adesão à consulta médica online cresceu de forma significativa. Em Portugal, este modelo consolidou-se com base num enquadramento regulatório próprio, incluindo regras para a telemedicina, prescrição eletrónica e emissão de baixa médica por teleconsulta. O Decreto-Lei n.º 2/2024, de 5 de janeiro legalizou a emissão de baixa médica por teleconsulta, e o Regulamento de Telemedicina da Ordem dos Médicos (2020) definiu as regras éticas e técnicas aplicáveis a todos os médicos que exercem à distância.
O resultado prático é simples: marcar uma consulta online hoje significa ter acesso a um médico licenciado, receber diagnóstico fundamentado, prescrição eletrónica válida em qualquer farmácia nacional e, se necessário, baixa médica enviada diretamente para a Segurança Social, tudo no mesmo dia.
Estes três termos aparecem muitas vezes juntos, mas não significam exatamente a mesma coisa.
Telemedicina é o conceito mais amplo. Inclui diagnóstico remoto, teledermatologia, acompanhamento de doentes crónicos, monitorização à distância e outras formas de prestação de cuidados médicos com apoio digital.
Teleconsulta é o ato clínico realizado entre médico e doente por meios digitais, como videochamada, chamada de voz ou mensagem segura. É o coração da telemedicina para o utilizador comum.
Consulta online é a designação mais usada pelos utilizadores em Portugal para se referirem à teleconsulta direta ao consumidor, através de plataformas como a Consultas-Online.pt.
Uma consulta médica online é simples, rápida e pensada para evitar deslocações desnecessárias. O processo pode ser feito em poucos passos.
Aceda à Consultas-Online.pt, escolha o tipo de consulta e selecione o horário mais conveniente. A marcação é feita online e pode ser concluída em poucos minutos. Na maioria dos casos irá marcar em menos de 2 minutos!
Antes da videochamada, é útil reunir a informação clínica mais importante:
Esta preparação ajuda o médico a compreender melhor o caso e a tomar decisões clínicas mais seguras. E, obviamente, o tempo de consulta com o médico é totalmente focado na sua situação clínica que precisa de atenção naquele momento.
No horário marcado, recebe um link seguro por email. A consulta decorre por videochamada, com confidencialidade. O médico recolhe a história clínica, avalia os sintomas, faz perguntas relevantes e pode pedir-lhe que mostre determinada zona do corpo, quando isso for clinicamente útil. A duração média é de 15 a 30 minutos, dependendo da complexidade do caso.
No final da consulta, o médico pode emitir a documentação necessária por via eletrónica, sempre que exista indicação clínica. Pode incluir:
A documentação emitida é enviada por email. A fatura AT também é disponibilizada de forma automática. Não precisa de se deslocar a uma clínica, centro de saúde ou qualquer lugar, evitando perda de tempo e desconforto.
Uma das formas mais simples de perceber o valor da consulta médica online é ouvir quem já utilizou este serviço.
"A consulta foi realizada através de uma videochamada. Eu estava com dores no corpo, febre e sem energia para me levantar ou deslocar-me. Fiquei surpreendido com o acompanhamento, por ser à distância, que foi muito atencioso e bem conduzido. A documentação foi corretamente processada e enviada."
Este relato resume uma situação frequente: sintomas de gripe, febre, dores no corpo e falta de energia para sair de casa. Nestas situações, a consulta online pode ser uma solução prática, porque permite receber orientação médica, eventual prescrição e documentação sem deslocação física. Também reduz a exposição de outros utentes a possíveis infeções respiratórias.
A distância física não elimina a dimensão humana do ato médico. Uma teleconsulta bem conduzida mantém a anamnese estruturada, a avaliação clínica fundamentada e a explicação clara do diagnóstico e do plano terapêutico.
A consulta online pode ser adequada para muitas situações clínicas de baixa ou média complexidade, desde que não existam sinais de alarme e o médico considere que a avaliação à distância é suficiente.
A teleconsulta pode ser útil em situações como:
A consulta online também pode ser usada para acompanhamento e renovação de medicação em doenças crónicas estáveis, como:
Nestes casos, o médico pode avaliar sintomas, rever análises, ajustar terapêutica e renovar medicação, quando clinicamente apropriado.
A teleconsulta pode ser particularmente útil em saúde mental, sobretudo quando o facto de o doente estar no seu ambiente familiar é facilitador de uma comunicação mais aberta. Pode incluir:
A consulta online tem limites. Um serviço médico responsável deve reconhecê-los e encaminhar o doente para avaliação presencial sempre que necessário. A teleconsulta não é indicada em caso de:
A consulta online é uma solução complementar. Não substitui o INEM, as urgências hospitalares ou a observação presencial quando estas são necessárias. A consulta online tem limites que um bom médico sempre respeita.
Na maioria das plataformas privadas, a consulta online não é comparticipada pelo SNS. No entanto, o valor pago é elegível para dedução de 15% no IRS como despesa de saúde, à semelhança de uma consulta médica privada presencial. É também recomendável verificar as condições da sua apólice de seguro de saúde, uma vez que alguns seguros já incluem cobertura para teleconsultas.
A emissão de fatura AT é um sinal de transparência e conformidade fiscal. A fatura identifica a prestação do serviço e pode ser comunicada ao Portal das Finanças. Deve ser enviada por email juntamente com a documentação clínica aplicável. Ao escolher uma plataforma de consulta online, confirme se existe emissão de fatura e se os preços são apresentados de forma clara antes da marcação.
Sim. A consulta médica online em Portugal é legal, desde que seja realizada por médicos habilitados e em conformidade com as regras clínicas, deontológicas, legais e de proteção de dados. A segurança depende de vários fatores: identificação correta do médico e do doente, consentimento informado, registo clínico, confidencialidade, proteção dos dados pessoais e uso de plataformas adequadas.
Em Portugal, o Certificado de Incapacidade Temporária pode ser emitido após teleconsulta, quando o médico considera que existe justificação clínica. O Decreto-Lei n.º 2/2024, de 5 de janeiro é o diploma legal que estabelece que o CIT pode ser emitido após teleconsulta médica — foi o passo decisivo que equiparou, para efeitos legais e laborais, a consulta online à consulta presencial em Portugal. A baixa médica é enviada eletronicamente para a Segurança Social, evitando deslocações adicionais.
A prática da telemedicina exige os mesmos princípios éticos da consulta presencial. A Ordem dos Médicos, no Regulamento de Telemedicina (2020), definiu as obrigações éticas e técnicas de qualquer médico que pratique teleconsulta em Portugal. Entre os pontos essenciais estão:
As plataformas de teleconsulta tratam dados de saúde, uma das categorias mais sensíveis de dados pessoais. Por isso, devem garantir proteção e encriptação dos dados armazenados em servidores preferencialmente na UE, acesso restrito a profissionais autorizados, cumprimento do RGPD com Encarregado de Proteção de Dados e política de privacidade clara, e direitos do titular dos dados incluindo acesso, correção e eliminação quando aplicável.
A fiscalização pode envolver várias entidades, incluindo a Ordem dos Médicos, a Entidade Reguladora da Saúde e a Comissão Nacional de Proteção de Dados. Em caso de má prática, aplicam-se responsabilidades semelhantes às da consulta presencial.
A teleconsulta tem sido estudada em vários contextos clínicos. A evidência disponível mostra bons resultados em situações adequadas para avaliação à distância, sobretudo quando existe triagem correta.
Vários estudos internacionais indicam que muitos doentes valorizam a conveniência, a redução do tempo de espera e a facilidade de comunicação com o médico. A satisfação tende a ser elevada quando o problema é adequado à avaliação remota e quando a consulta é bem conduzida.
Uma revisão sistemática publicada no British Medical Journal (2020) concluiu que, para condições de baixo risco avaliáveis à distância, a teleconsulta apresenta uma taxa de diagnóstico concordante com a consulta presencial superior a 85%, com taxas de eventos adversos comparáveis. A chave está na correta triagem dos casos, garantindo que apenas as situações passíveis de avaliação remota são geridas por teleconsulta.
Uma metanálise publicada no Journal of Medical Internet Research (2021), analisando 32 ensaios clínicos controlados, concluiu que as intervenções psicoterapêuticas por videoconferência são equivalentes à terapia presencial para depressão major, ansiedade generalizada e stress pós-traumático.
Estudos realizados no NHS britânico e em sistemas de saúde escandinavos demonstraram que a integração da teleconsulta como alternativa complementar reduz os custos operacionais dos sistemas de saúde sem prejuízo da qualidade dos cuidados. A maior eficiência do tempo médico e a eliminação das deslocações dos doentes são os principais fatores de poupança.
Nem todas as plataformas de teleconsulta oferecem o mesmo nível de segurança, transparência e qualidade clínica. Antes de marcar, verifique se a plataforma apresenta:
A medicina digital está em expansão e a consulta online deverá continuar a crescer nos próximos anos.
Ferramentas de inteligência artificial já começam a apoiar a triagem inicial, a recolha estruturada de sintomas e a análise de informação clínica. Em contextos experimentais, já é efetuado diagnóstico dermatológico e oftalmológico a partir de fotografias enviadas pelo doente. Estas ferramentas não substituirão o médico, mas podem tornar a consulta mais eficiente quando usadas com supervisão profissional.
Oxímetros conectados, tensiómetros digitais, glucómetros inteligentes e smartwatches com ECG estão a ampliar o âmbito clínico da teleconsulta. Em breve, o médico poderá aceder a dados biométricos objetivos em tempo real, sem que o doente saia de casa.
A integração plena das plataformas de teleconsulta com o Processo Clínico Único do SNS é uma prioridade estratégica da saúde digital em Portugal. Quando bem implementada, esta ligação reduzirá a fragmentação, repetições e perda de informação clínica relevante.
Marque a sua consulta online e receba apoio médico sem sair de casa. Disponível de segunda a domingo, das 9h às 21h, com fatura AT automática e médicos inscritos na Ordem dos Médicos.
Um médico online é um médico inscrito na Ordem dos Médicos que realiza consultas à distância, normalmente por videochamada. A consulta pode permitir avaliação clínica, orientação médica, prescrição eletrónica, emissão de baixa médica ou atestado, sempre que o médico tenha informação clínica suficiente e a situação seja adequada a teleconsulta.
Um médico online é um profissional licenciado e inscrito na Ordem dos Médicos que presta cuidados de saúde através de meios digitais seguros, como videochamada.
A principal diferença face à consulta presencial é o formato. Em vez de se deslocar a uma clínica ou centro de saúde, fala com o médico através do computador, telemóvel ou tablet.
Durante a consulta, o médico avalia os sintomas, recolhe a história clínica, analisa informação enviada pelo doente e decide se existem condições para emitir uma recomendação, prescrição ou documento clínico.
Quando a informação disponível não é suficiente, o médico pode pedir dados adicionais ou recomendar uma consulta presencial. A Ordem dos Médicos sublinha que, em telemedicina, o médico só deve tomar decisões se a informação recebida for suficiente e relevante.
Esta é uma preocupação legítima e a resposta é inequívoca: sim, todos os médicos que praticam teleconsulta em Portugal através de plataformas legítimas são médicos licenciados, inscritos e em situação regular na Ordem dos Médicos.
O Regulamento de Telemedicina da Ordem dos Médicos (2020) estabelece que qualquer profissional que realize teleconsultas em Portugal deve:
Antes de consultar qualquer plataforma de médico online, o utilizador pode verificar:
Em Portugal, as especialidades mais frequentemente disponíveis em plataformas de médico online incluem:
A consulta médica online pode ser útil para situações que não exigem observação presencial imediata. Pode ser uma opção para:
A teleconsulta não substitui todas as consultas presenciais. Deve ser usada quando o médico consegue avaliar o caso com segurança à distância.
Sim. Um médico inscrito na Ordem dos Médicos pode emitir prescrição eletrónica quando, após avaliação clínica, considera que existe indicação médica. A receita pode depois ser utilizada numa farmácia em Portugal, de acordo com as regras aplicáveis à prescrição eletrónica.
Sim, pode existir emissão de Certificado de Incapacidade Temporária por consulta não presencial, desde que o médico tenha condições clínicas para avaliar o caso. Um parecer jurídico da Ordem dos Médicos, de 29 de novembro de 2024, refere que não há impedimento legal à emissão de CIT por consulta não presencial, mas reforça a responsabilidade do médico na avaliação concreta do doente.
Isto significa que a baixa médica não é automática. Depende sempre da avaliação clínica.
"A minha consulta é confidencial?" "Os meus dados de saúde estão seguros?" São as duas perguntas mais frequentes de quem usa o médico online pela primeira vez. A resposta a ambas é sim!
Sim. O sigilo médico aplica-se à consulta online tal como à consulta presencial.
O sigilo médico é um dos pilares do exercício da medicina em Portugal, consagrado no Código Deontológico da Ordem dos Médicos. Este dever aplica-se integralmente à teleconsulta: o médico online está legal e eticamente proibido de partilhar qualquer informação clínica do doente com terceiros sem o seu consentimento expresso, com as exceções legalmente previstas (obrigação de denúncia de certas doenças, situações de risco de vida imediato, entre outras).
As consultas por videochamada decorrem em salas virtuais privadas, não são gravadas e não ficam acessíveis a terceiros. O médico é o único com acesso ao registo clínico da consulta.
Os dados de saúde são dados sensíveis e devem ser tratados com medidas reforçadas de proteção. A plataforma deve explicar como recolhe, utiliza, conserva e protege a informação clínica.
Por isso, antes da consulta, confirme se a plataforma apresenta política de privacidade, contactos da entidade responsável e condições claras de utilização.
Os dados de saúde são classificados pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD — Regulamento UE 2016/679) como "dados de categorias especiais" — a categoria mais protegida da legislação europeia. Qualquer plataforma que trate dados de saúde de cidadãos portugueses está obrigada a cumprir requisitos rigorosos:
A consulta online pode ser útil quando precisa de orientação médica rápida e não quer ou não pode deslocar-se. As principais vantagens são:
Pode falar com um médico a partir de casa, do trabalho ou de outro local privado.
Permite obter orientação médica mais rapidamente, quando há vaga disponível.
Na Consultas-Online.pt, o serviço está disponível de segunda a domingo, das 9h às 21h.
Receitas, baixas médicas e atestados podem ser enviados por via digital, quando clinicamente indicados.
Alguns temas de saúde são mais fáceis de abordar num ambiente familiar e reservado.
O crescimento da procura por médico online em Portugal não é uma moda: é uma resposta racional a constrangimentos reais do sistema de saúde. Eis as razões mais apontadas pelos utilizadores:
Portugal enfrenta uma crise significativa na disponibilidade de médicos de família no SNS. Segundo dados da PORDATA (2023), mais de 1,5 milhões de portugueses não têm médico de família atribuído. Para este grupo, o médico online é frequentemente a única forma de aceder a cuidados médicos sem recorrer às urgências hospitalares.
Mesmo quem tem médico de família pode aguardar dias ou semanas por uma consulta para uma situação que necessita de avaliação no próprio dia. O médico online resolve esta lacuna: consulta no mesmo dia, ao horário escolhido, sem filas de espera.
Idosos, doentes com mobilidade reduzida, pessoas a cuidar de dependentes, residentes em zonas rurais com fraca cobertura de transportes públicos: todos estes grupos beneficiam de forma especialmente significativa da disponibilidade de um médico online que dispensa a deslocação.
Determinadas questões de saúde (saúde mental, saúde sexual, dependências, problemas urológicos ou ginecológicos) são mais facilmente abordadas num ambiente privado e familiar do que num consultório. A teleconsulta elimina o constrangimento da sala de espera e facilita uma comunicação mais aberta entre médico e doente.
Viajantes, emigrantes portugueses no estrangeiro (que podem necessitar de documentação clínica portuguesa) e trabalhadores deslocados encontram no médico online uma forma de manter a continuidade dos seus cuidados de saúde sem dependência geográfica.
Receita, baixa médica, atestado entregues por email no próprio dia da consulta. Sem filas no centro de saúde, sem formulários em papel, sem necessidade de se ausentar do trabalho para tratar de burocracia médica.
Não deve recorrer a uma consulta online em situações de emergência.
A consulta médica online é indicada para situações compatíveis com avaliação remota. Não é adequada quando é necessário exame físico imediato ou intervenção urgente.
Antes de realizar consulta, verifique estes critérios:
O médico online é uma forma prática de aceder a cuidados médicos à distância em Portugal. Pode ser útil para avaliação inicial, orientação clínica, receitas, baixas médicas e atestados, quando a situação é adequada a teleconsulta.
A segurança do serviço depende de três fatores: médicos devidamente habilitados, plataforma segura e decisão clínica responsável.
Na Consultas-Online.pt, pode falar com um médico por videochamada, de segunda a domingo, das 9h às 21h, com emissão de fatura e envio digital da documentação clínica quando aplicável.
Disponível de segunda a domingo, das 9h às 21h. Fatura AT automática. Médicos inscritos na Ordem dos Médicos.
O guia mais completo sobre telemedicina em Portugal: quadro legal, diferenças SNS vs. privada, modalidades, evidência científica e todos os seus direitos como utente.
A telemedicina é a prestação de cuidados de saúde à distância com recurso a tecnologias de informação e comunicação. O conceito abrange um espectro alargado de práticas clínicas e de saúde, desde a simples videoconsulta entre médico e doente até ao diagnóstico remoto por imagem, à monitorização contínua de doentes crónicos com dispositivos conectados e à telecirurgia assistida por robótica.
Em termos etimológicos, o prefixo grego «tele» significa «à distância», pelo que telemedicina é, literalmente, a prática da medicina à distância. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define-a, desde 1997, como «a prestação de serviços de saúde em que a distância é um fator crítico, por todos os profissionais de saúde, utilizando tecnologias de informação e comunicação para o intercâmbio de informação válida para o diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças e lesões, pesquisa e avaliação, e para a educação continuada dos prestadores de cuidados de saúde, tudo no interesse da promoção da saúde dos indivíduos e das suas comunidades».
Em Portugal, a telemedicina está regulamentada pela Ordem dos Médicos, através do Regulamento de Telemedicina (2020), e pelo Ministério da Saúde, através do Despacho n.º 3571/2013, de 6 de março. Estas normas equiparam juridicamente o ato médico realizado à distância ao ato médico presencial, conferindo-lhe a mesma validade legal, deontológica e clínica.
Contrariamente ao que se possa pensar, a telemedicina não nasceu com a internet. As suas origens remontam ao século XIX:
A telemedicina não se resume à videochamada com um médico. Abrange um conjunto diversificado de modalidades clínicas, cada uma com aplicações, tecnologias e contextos próprios:
A teleconsulta é a modalidade mais familiar ao cidadão comum e divide-se em duas variantes:
A telemonitorização consiste na recolha e transmissão remota de dados fisiológicos do doente para análise por profissionais de saúde. É especialmente relevante na gestão de doenças crónicas:
A telemedicina não se limita à relação médico-doente. A teleconsulta entre profissionais de saúde (médico de família e especialista hospitalar, enfermeiro e médico, farmacêutico e médico) é uma modalidade crescente que melhora a eficiência do sistema de saúde e reduz referenciações desnecessárias para especialidade.
Portugal possui um quadro regulatório estruturado para a prática da telemedicina, distribuído por múltiplos diplomas legais e regulamentos profissionais. Compreendê-lo é essencial tanto para os profissionais de saúde como para os utentes.
Os seus pontos principais:
O Regulamento de Telemedicina, aprovado pelo Conselho Nacional da Ordem dos Médicos em 2020, constitui o principal instrumento deontológico que rege a prática da teleconsulta em Portugal. Estabelece:
O RGPD (Regulamento UE 2016/679) classifica os dados de saúde como «dados de categorias especiais», sujeitos a um regime de proteção reforçado. A Lei n.º 58/2019 executa o RGPD na ordem jurídica portuguesa. As implicações para a telemedicina são:
A Lei de Bases da Saúde, aprovada em 2019, consagra expressamente o direito dos utentes ao acesso a cuidados de saúde através de meios digitais e reconhece a telemedicina como um instrumento de promoção da equidade no acesso, nomeadamente para populações em zonas geográficas com menor densidade de serviços de saúde.
O Ministério da Saúde tem desenvolvido, através da SPMS (Serviços Partilhados do Ministério da Saúde) e da ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde), uma estratégia de expansão da telemedicina no SNS, que inclui:
A teleconsulta privada é a opção indicada quando:
Conhecer os seus direitos como utente de telemedicina é tão importante como saber como funciona. Os seus direitos numa teleconsulta são idênticos aos de qualquer consulta médica presencial e em alguns aspetos são reforçados pela legislação digital.
O sigilo médico é um dos alicerces da relação médico-doente, consagrado no artigo 85.º do Código Deontológico da Ordem dos Médicos. Aplica-se integralmente à teleconsulta:
O consentimento informado é um direito fundamental do doente, consagrado na Lei de Bases da Saúde e no Código Deontológico da OM. Na teleconsulta, este direito implica:
Ao abrigo do RGPD e da Lei n.º 58/2019, o utente de telemedicina tem os seguintes direitos relativamente aos seus dados de saúde:
Qualquer prestação de serviços médicos em Portugal, incluindo teleconsultas, obriga à emissão de fatura AT nos termos do Código do IVA e do Código do IRC/IRS. O utente tem direito a:
O utente de telemedicina tem direito a:
A telemedicina tem vantagens inegáveis, mas também limitações reais que qualquer análise séria deve reconhecer.
A investigação científica sobre telemedicina acumulou, nas últimas duas décadas, um corpo de evidência robusto que sustenta a sua eficácia e segurança em múltiplos contextos clínicos.
Uma revisão Cochrane publicada em 2020 (Flodgren et al.) analisou 93 ensaios clínicos randomizados sobre intervenções de telemedicina e concluiu que, para a gestão de doenças crónicas como diabetes, insuficiência cardíaca e DPOC, a telemedicina melhora outcomes clínicos de forma estatisticamente significativa, com efeitos moderados a grandes na adesão terapêutica, no controlo metabólico e na qualidade de vida relacionada com a saúde.
Uma metanálise de Carlbring et al. (2018), publicada na Cognitive Behaviour Therapy, analisou 52 estudos sobre psicoterapia por videoconferência versus presencial e encontrou equivalência terapêutica para depressão, ansiedade generalizada, pânico, fobia social e PTSD, com tamanhos de efeito comparáveis.
O estudo mais abrangente sobre segurança da teleconsulta em cuidados de saúde primários (Wherton et al., BMJ, 2020), envolvendo mais de 50.000 teleconsultas no NHS britânico, concluiu que a taxa de eventos adversos associados a diagnósticos por teleconsulta é comparável à da consulta presencial quando existe triagem adequada dos casos, ou seja, quando apenas as situações passíveis de avaliação remota são geridas por teleconsulta.
Estudos realizados em Portugal e noutros países europeus com características demográficas similares (baixa densidade populacional em zonas interiores, envelhecimento da população) demonstram que a telemedicina tem impacto positivo na redução das desigualdades de acesso a especialidades médicas, permitindo que doentes em zonas rurais acedam a cuidados de saúde diferenciados sem as barreiras tradicionais de custo e distância.
Um inquérito realizado pela Ordem dos Médicos de Portugal em 2021, após o período de maior adoção forçada de teleconsulta durante a pandemia, revelou que 67% dos médicos de família consideravam a teleconsulta «adequada ou muito adequada» para um subconjunto das suas consultas habituais, e que 58% pretendiam manter uma proporção de teleconsultas no seu exercício clínico pós-pandémico.
A telemedicina em Portugal deixou de ser um conceito experimental para se tornar uma realidade clínica consolidada, legalmente enquadrada e com evidência científica robusta que sustenta a sua eficácia e segurança.
O quadro regulatório existente (Decreto-Lei n.º 2/2024, de 5 de janeiro, Regulamento de Telemedicina da OM, RGPD e Lei de Bases da Saúde) confere ao utente e ao profissional de saúde a segurança jurídica necessária para adotar a teleconsulta com confiança. Os direitos do utente são os mesmos da consulta presencial, reforçados pela legislação específica de proteção de dados digitais.
As diferenças entre a telemedicina disponível no SNS e na esfera privada são reais e condicionam a experiência: o setor privado oferece imediatismo, disponibilidade alargada e autonomia de marcação; o SNS oferece gratuitidade e integração clínica. Para muitos portugueses, especialmente os mais de 1,5 milhões sem médico de família atribuído, a telemedicina privada é hoje a solução mais acessível e rápida para necessidades de saúde agudas.
A Consultas-Online.pt representa este modelo: médicos inscritos na Ordem dos Médicos, plataforma em conformidade com o RGPD, fatura AT automática, disponibilidade de segunda a domingo entre as 9h e as 21h. Uma resposta concreta às necessidades reais dos utentes portugueses, alinhada com o melhor da telemedicina europeia.
Videoconsulta no browser, sem instalar nada. Documentos com validade legal enviados por email.
Celebrado anualmente a 7 de Abril, o Dia Mundial da Saúde assinala a fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1948. Em 2026, o tema é "Juntos pela Ciência" — um apelo global à confiança na evidência científica como pilar fundamental para proteger a saúde de todos.
A OMS escolheu para 2026 um tema que reflecte um momento crítico para a saúde global: "Juntos pela Ciência". Num período em que a desinformação e o ceticismo científico ameaçam conquistas históricas da medicina, a campanha apela à confiança nos dados, nas vacinas e nas decisões baseadas em evidência.
A mensagem é clara: sem ciência, não há vacinas, não há antibióticos, não há tratamentos para doenças crónicas. A colaboração científica internacional foi o que tornou possível responder à pandemia de Covid-19 e continua a ser a única forma de enfrentar os desafios de saúde do futuro.
Muitas das decisões médicas que tomamos todos os dias — que antibiótico tomar para uma amigdalite, quando renovar a carta de condução, como tratar uma infeção urinária — baseiam-se em décadas de investigação científica. As guidelines clínicas que os médicos seguem são o resultado de milhares de estudos e ensaios clínicos.
Na ConsultasOnline, todos os serviços seguem as orientações da Direcção-Geral de Saúde (DGS) e das principais sociedades médicas europeias. Cada consulta, cada tratamento e cada atestado é emitido com base em evidência científica actualizada.
As doenças cardiovasculares, diabetes, cancro e doenças respiratórias crónicas são as principais causas de morte em Portugal. A maioria é prevenível ou controlável com rastreio precoce, medicação adequada e mudança de hábitos — tudo suportado por evidência científica.
O uso excessivo e inadequado de antibióticos está a criar bactérias resistentes. Em Portugal, as guidelines da DGS recomendam o uso criterioso de antibióticos — por isso, numa consulta de amigdalite ou infeção urinária, o médico avalia cuidadosamente se o antibiótico é realmente necessário.
Mais de um milhão de portugueses não tem médico de família atribuído. A telemedicina e as consultas online são uma resposta cientificamente validada para melhorar o acesso a cuidados de saúde primários — sem comprometer a qualidade ou a segurança.
Em caso de dúvida sobre qualquer informação de saúde que leia nas redes sociais, consulte um profissional de saúde ou verifique em fontes oficiais como dgs.pt ou who.int. A saúde é demasiado importante para depender de informação não verificada.
A telemedicina é um dos avanços científicos mais importantes da última década na área da saúde primária. Em Portugal, o Decreto-Lei n.º 2/2024, de 5 de janeiro reconhece legalmente a videoconsulta como forma válida de prestação de cuidados médicos — incluindo a emissão de baixas médicas, atestados e tratamentos.
Na ConsultasOnline, utilizamos tecnologia segura para levar cuidados médicos a quem não tem acesso fácil a um médico presencial — seguindo exactamente os mesmos protocolos clínicos de uma consulta presencial.
Baixa médica, atestados, consulta de acompanhamento crónico e rastreio de DST — por videoconsulta, sem filas, no próprio dia.
Se és freelancer, trabalhador independente ou estás em recibos verdes, também tens direito a baixa médica. O processo é diferente do trabalhador por conta de outrem — este guia explica tudo.
Sim. Qualquer trabalhador independente inscrito na Segurança Social tem direito ao subsídio de doença — desde que cumpra os requisitos legais. O valor e as condições variam consoante o regime contributivo em que estás inscrito.
Se estás isento de contribuições à Segurança Social (rendimentos abaixo do mínimo), não tens direito ao subsídio de doença. Mesmo assim podes emitir o CIT para justificar a ausência junto de clientes.
O processo é exactamente igual ao de qualquer outro trabalhador — precisas de um médico que emita o CIT electronicamente para a Segurança Social. A diferença é que não tens empregador a notificar — a submissão é directamente entre o médico e a Segurança Social.
O subsídio de doença para trabalhadores independentes corresponde a 55% da remuneração de referência — calculada com base nas contribuições dos últimos 6 meses. Nos primeiros 3 dias de doença não há subsídio — o período de carência é de 3 dias úteis.
Como freelancer, perder meio dia num centro de saúde tem um custo real — trabalho não entregue, clientes à espera, prazos em risco. A videoconsulta resolve o problema em 20 minutos, sem sair de casa.
Sim. Qualquer médico registado na Ordem dos Médicos pode emitir o CIT — não é necessário ser o médico de família. A videoconsulta é suficiente.
Sim. O CIT emitido por videoconsulta tem exactamente a mesma validade legal que o emitido presencialmente — desde que o médico esteja registado na Ordem dos Médicos e submeta electronicamente à Segurança Social.
Sim. A fatura AT da consulta é uma despesa de saúde dedutível no IRS — tal como qualquer outra consulta médica privada.
O regime é o mesmo — desde que estejas inscrito na Segurança Social como trabalhador independente e tenhas contribuições suficientes, tens direito ao subsídio de doença.
Videoconsulta em 20 minutos. CIT submetido à Segurança Social no próprio dia. Sem perder tempo de trabalho.
Em Portugal, mais de 1 milhão de pessoas não têm médico de família atribuído. Entre freelancers e trabalhadores remotos, a percentagem é ainda mais elevada — mudanças de morada frequentes, inscrições em centros de saúde diferentes e listas de espera intermináveis.
Ao contrário do trabalhador por conta de outrem que mantém a mesma morada e o mesmo centro de saúde durante anos, os freelancers têm uma vida mais móvel — mudam de cidade, trabalham de casa, viajam. Este estilo de vida, embora vantajoso em muitos aspectos, complica o acesso ao SNS.
Não ter médico de família não significa ficar sem acesso a cuidados de saúde. Há várias alternativas — e a telemedicina é a mais eficiente para quem trabalha por conta própria.
Podes obter o Certificado de Incapacidade Temporária por videoconsulta com qualquer médico registado na Ordem dos Médicos. O CIT é submetido electronicamente à Segurança Social — exactamente como faria o médico de família.
Se tens tensão arterial, diabetes, colesterol ou outra doença crónica controlada, podes renovar a medicação por videoconsulta. A Receita Sem Papel é enviada por SMS e email — válida em todas as farmácias.
Atestado de amamentação, atestado para carta de condução, declaração de falta escolar — todos podem ser emitidos por videoconsulta, com validade legal total.
Pedido de análises de rotina — colesterol, glicemia, função tiroideia, PSA, IST — sem precisar de médico de família. O pedido de análises é enviado por email.
Diagnóstico e prescrição de antibiótico para cistite não complicada em mulheres adultas — sem urgências, sem filas, em 20 minutos.
Para ter médico de família, inscreve-te no centro de saúde da tua área de residência com o cartão de cidadão e comprovativo de morada. Podes também fazê-lo online em sns24.gov.pt. A atribuição de médico pode demorar meses — por isso a videoconsulta é a solução imediata.
Para quem trabalha por conta própria, o tempo é o recurso mais valioso. Uma consulta presencial num centro de saúde ou clínica privada implica deslocação, espera e consulta — facilmente 2 a 3 horas. Uma videoconsulta resolve o problema em 20 minutos, no browser, sem sair de casa.
Uma videoconsulta na ConsultasOnline custa entre 35€ e 55€ consoante o serviço. A fatura AT é emitida automaticamente e é:
Sim, desde que sejas residente fiscal em Portugal. A videoconsulta funciona em qualquer país — precisas apenas de ligação à internet. Os documentos têm validade legal em Portugal.
Para consultas de especialidade precisas de consulta privada presencial ou teleconsulta especializada. A ConsultasOnline é focada em medicina geral — os problemas mais comuns do dia a dia.
A fatura é emitida com NIF, certificada pela AT e enviada por email em menos de 30 segundos após o pagamento. Válida para dedução no IRS e como despesa profissional.
Baixa médica, atestados e renovação de receitas em 20 minutos. Sem perder tempo de trabalho. Fatura AT incluída.
Está a ficar sem pílula e não consegue marcar consulta com o médico de família? Não tem médico de família atribuído? O trabalho não deixa ir ao centro de saúde durante o horário de funcionamento? Se reconhece alguma destas situações, saiba que renovar a receita da pílula anticoncecional através de uma videoconsulta online é legal, seguro e possível em Portugal — e pode ser feito hoje.
Sim. A telemedicina está regulamentada em Portugal desde 2020, com enquadramento legal pelo Decreto-Lei n.º 10-A/2020 e pelas normas da Ordem dos Médicos. Uma médica devidamente inscrita na Ordem pode prescrever medicamentos — incluindo contracetivos hormonais — após avaliação clínica por videochamada, desde que sejam cumpridos os critérios de segurança.
A receita emitida é uma Receita Sem Papel (RSP), eletrónica, válida em qualquer farmácia em Portugal e com as comparticipações do SNS aplicáveis.
A prescrição por telemedicina está prevista no Regulamento n.º 707/2016 da Ordem dos Médicos e nas orientações do INFARMED sobre prescrição eletrónica. A receita tem o mesmo valor legal que uma receita emitida em consulta presencial.
A renovação da pílula por videoconsulta é adequada e segura para a maioria das mulheres. Em termos gerais, pode fazer online se:
Existem situações em que a avaliação presencial é preferível ou obrigatória:
Na dúvida, marque a consulta na mesma. A médica avalia o seu caso e informa-a se a renovação pode ser feita online ou se é necessária uma avaliação adicional.
São as mais prescritas. Contêm etinilestradiol em combinação com um progestativo. Exemplos comuns: Microgynon, Yasmin, Yasminelle, Ginera, Mercilon, Minesse, Diane 35.
Contém apenas um progestativo, sem estrogénio. Indicada para mulheres que não toleram estrogénio, fumadoras com mais de 35 anos ou durante a amamentação. Exemplos: Cerazette, Slinda, Noriday.
A pílula do dia seguinte (levonorgestrel ou ulipristal) não precisa de receita médica em Portugal — pode ser comprada diretamente na farmácia.
Escolha o serviço "Renovação de Medicamentos", selecione o dia e hora no calendário e pague online por MBWay, Multibanco ou cartão. Receberá uma confirmação imediata por email com o link para a videochamada.
A médica pergunta o nome da pílula atual, há quanto tempo a toma, se tem sintomas, antecedentes relevantes e medicação habitual. Se tiver um tensiómetro em casa, meça a tensão arterial antes da consulta.
Se não houver contraindicações, a médica emite a Receita Sem Papel diretamente no sistema informático. Receberá a receita no seu email em formato PDF com o código para apresentar na farmácia. Válida em todo o território nacional.
Apresente o código da receita (ou o PDF no telemóvel) em qualquer farmácia. A comparticipação do SNS é aplicada automaticamente. A maioria das pílulas combinadas tem comparticipação entre 37% e 69%.
Sim. A receita eletrónica emitida numa consulta online tem exatamente o mesmo valor legal que uma receita de consulta presencial. A comparticipação do SNS aplicada na farmácia é a mesma — entre 37% e 95% dependendo do medicamento e do escalão de rendimento.
Sim, sem qualquer problema. A consulta online funciona de forma completamente independente do SNS — não precisa de médico de família atribuído, de número de utente ou de qualquer outra condição prévia. Em Portugal, mais de 1,5 milhões de mulheres não têm médico de família atribuído. Para muitas delas, a consulta online é a única forma de aceder a cuidados de saúde sem recorrer a uma urgência.
A consulta de renovação de medicamentos custa 40€ e inclui:
Sim. A médica pode emitir uma receita com até 6 embalagens, o que equivale a 6 meses de contraceção. Informe na consulta que prefere uma prescrição de maior duração.
Depende do motivo. Se os sintomas que quer resolver são ligeiros (spotting, náuseas, alterações de humor), a médica pode sugerir uma alternativa por videoconsulta. Se os sintomas forem mais complexos, pode ser necessária avaliação adicional.
Se por alguma razão clínica a renovação não puder ser feita online, a médica informa-a dos próximos passos recomendados. Nesse caso, a consulta não é cobrada.
Sim. Toda a informação está sujeita ao sigilo médico e ao RGPD. Os seus dados não são partilhados com terceiros.
Sim. A videoconsulta funciona em qualquer dispositivo com câmara e microfone — telemóvel, tablet ou computador. Não é necessário instalar nenhuma aplicação.
Videoconsulta com médica. Receita no email no próprio dia. Disponível de segunda a domingo das 9h às 21h.
Em 4 passos simples, da marcação à consulta. Sem filas, sem deslocações.
Selecione o tipo de consulta ou atestado que precisa, com o preço apresentado de forma clara.
Escolha o dia e hora disponível no calendário em tempo real. Confirmação imediata por email.
Pagamento rápido e seguro pelo telemóvel. Fatura emitida e enviada por email automaticamente.
Na página principal, clique em "Marcar Consulta". Vai aparecer uma lista com todos os serviços disponíveis — atestados (35€–45€) e consultas online (40€–55€). Cada serviço tem uma descrição clara para que saiba exatamente o que está a contratar.
Após escolher o serviço, é apresentado um calendário com a disponibilidade em tempo real. Escolha o dia e o horário que melhor se adequa à sua agenda. Receberá uma confirmação imediata por email com todos os detalhes.
Introduza o seu nome, email e telemóvel. O pagamento é feito de forma segura por MBWay, Referência Multibanco ou cartão bancário. Após a confirmação do pagamento, a fatura é gerada automaticamente e enviada para o seu email em menos de 30 segundos.
No dia e hora marcados, aceda ao link enviado por email e entre na sala de videoconsulta diretamente no browser — sem instalar aplicações. A consulta decorre de forma privada e encriptada. No final, os documentos (tratamento, atestado, declaração) são enviados digitalmente para o seu email.
Dois preços simples, sem taxas ocultas. Sabe sempre o que vai pagar antes de confirmar.
35€
Amamentação, falta escolar, carta de condução
40€
Baixa médica, consultas diversas
Gratuita
Emitida automaticamente em todos os serviços
Confirmação instantânea no telemóvel
Pague em qualquer caixa multibanco
Visa, Mastercard e cartões de débito
Todos os serviços incluem fatura certificada pela Autoridade Tributária (AT), emitida automaticamente após o pagamento e enviada para o seu email. As prestações de serviços de saúde estão isentas de IVA nos termos do artigo 9.º do CIVA.
A fatura pode ser emitida em nome individual (com ou sem NIF) ou em nome de empresa, facilitando o reembolso por seguros de saúde.
Os seus dados clínicos são tratados com o mais elevado nível de segurança e confidencialidade.
Todas as videoconsultas decorrem em sala virtual privada, com sigilo médico garantido por lei.
Tratamento de dados pessoais em conformidade com o Regulamento Geral de Proteção de Dados.
Processamento de pagamentos via Stripe, certificado PCI DSS nível 1. Os dados do cartão nunca passam pelos nossos servidores.
A ConsultasOnline trata os seus dados pessoais e clínicos de acordo com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) e a legislação portuguesa aplicável. Os seus dados são utilizados exclusivamente para a prestação dos serviços contratados e nunca são partilhados com terceiros sem o seu consentimento explícito.
Toda a informação clínica partilhada durante as consultas está protegida pelo sigilo médico, consagrado no artigo 85.º do Código Deontológico da Ordem dos Médicos. Apenas o profissional de saúde e o utente têm acesso ao conteúdo das consultas.
Os pagamentos são processados pela Stripe, uma das plataformas de pagamento mais seguras do mundo, certificada com o nível 1 do PCI DSS — o padrão mais elevado da indústria. Os dados do seu cartão bancário são encriptados diretamente no browser e nunca passam pelos nossos servidores.
As consultas por videochamada decorrem em salas virtuais privadas. Não são gravadas nem partilhadas. Apenas o utente e o profissional de saúde têm acesso à sala durante a consulta.
Nos termos do RGPD, tem o direito de aceder, corrigir, apagar ou solicitar a portabilidade dos seus dados pessoais. Para exercer qualquer um destes direitos, contacte-nos através de geral@consultas-online.pt.
Encontre respostas às perguntas mais frequentes ou entre em contacto connosco.
Não encontrou a resposta? Envie-nos um email para geral@consultas-online.pt ou use o formulário →
Estamos aqui para ajudar. Resposta garantida em até 24 horas úteis.
Para questões urgentes relacionadas com uma consulta marcada para hoje, inclua o número de confirmação no email para geral@consultas-online.pt.
Como recolhemos, utilizamos e protegemos os seus dados pessoais.
A presente Política de Privacidade explica de que forma a ConsultasOnline recolhe, utiliza, conserva e protege os dados pessoais dos utilizadores no âmbito da utilização da plataforma, incluindo dados fornecidos aquando da marcação e realização de consultas médicas ou contacto com os nossos serviços.
A plataforma não se destina à utilização autónoma por menores. Sempre que um menor utilize os serviços da ConsultasOnline, os respetivos dados pessoais são fornecidos pelo seu representante legal, que presta o consentimento em nome do menor.
Responsável pelo tratamento: ConsultasOnline
Sede: Rua do Charco Velho, n.º 49A, 9880-306 Santa Cruz da Graciosa
Website: www.consultas-online.pt
Contacto: geral@consultas-online.pt
Nome: Patrícia Ferraz
Email: geral@consultas-online.pt
O utilizador tem o direito de apresentar reclamação junto da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) — cnpd.pt. Recomendamos, no entanto, que nos contacte previamente para tentativa de resolução.
Dados pessoais — Qualquer informação relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável, direta ou indiretamente.
Dados de saúde — Incluem dados relativos à saúde física ou mental, passada, presente ou futura, nomeadamente histórico clínico, sintomas, diagnósticos, tratamentos e prescrições. Estes dados beneficiam de um nível reforçado de proteção nos termos do artigo 9.º do RGPD.
Tratamento — Qualquer operação ou conjunto de operações efetuadas sobre dados pessoais, por meios automatizados ou não.
Dados estritamente necessários à prestação de cuidados médicos, incluindo histórico clínico, condições de saúde atuais, medicação, alergias e registos de consultas. Estes dados são tratados com o mais elevado grau de confidencialidade e exclusivamente para fins de prestação de cuidados de saúde.
Os dados pessoais são recolhidos através das seguintes fontes:
O tratamento dos dados pessoais baseia-se, conforme aplicável, nos seguintes fundamentos legais:
Os dados pessoais são tratados para as seguintes finalidades:
Os registos clínicos, incluindo notas médicas, diagnósticos, prescrições e histórico de consultas, são armazenados em base de dados segura na plataforma MongoDB Atlas, alojada na região da União Europeia, em conformidade com o RGPD. O acesso aos dados clínicos está restrito aos profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados e ao pessoal técnico estritamente necessário. A ConsultasOnline não utiliza dados clínicos para fins comerciais, publicitários ou de marketing.
Os dados pessoais podem ser partilhados, quando necessário e de forma estritamente limitada, com:
Todos os terceiros atuam exclusivamente sob instruções da ConsultasOnline e estão sujeitos a obrigações contratuais rigorosas de confidencialidade. A ConsultasOnline não vende nem partilha dados pessoais com terceiros para fins de marketing.
O acesso aos dados clínicos por pessoal técnico da ConsultasOnline é limitado a situações estritamente necessárias, nomeadamente:
A ConsultasOnline não acede a dados clínicos para fins de desenvolvimento de produto, marketing ou qualquer outra finalidade não clínica.
Os dados pessoais são tratados, regra geral, no Espaço Económico Europeu. Sempre que seja necessário proceder a transferências para fora da União Europeia, a ConsultasOnline assegura a existência de mecanismos legais adequados, incluindo Cláusulas Contratuais-Tipo aprovadas pela Comissão Europeia.
A ConsultasOnline implementa medidas técnicas e organizativas adequadas para garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados pessoais, prevenindo o acesso não autorizado, a perda, a alteração ou a divulgação indevida. Os pagamentos são processados pela Stripe, certificada com o nível 1 do PCI DSS. As videoconsultas decorrem em salas virtuais privadas e não são gravadas.
Os dados pessoais são conservados apenas pelo período necessário à prossecução das finalidades para as quais foram recolhidos e ao cumprimento das obrigações legais aplicáveis. Os dados de saúde são conservados por um período mínimo de 5 anos, conforme exigido pela legislação de saúde portuguesa, sem prejuízo de requisitos legais específicos.
Nos termos do RGPD, o utilizador tem o direito de:
Para exercer qualquer destes direitos, contacte-nos em geral@consultas-online.pt. Tem também o direito de apresentar reclamação à CNPD em cnpd.pt.
O website consultas-online.pt utiliza cookies estritamente necessários ao seu funcionamento. Utilizamos também cookies de análise através do Google Analytics para compreender como os utilizadores interagem com o website, com o objectivo de melhorar a experiência de utilização.
Os cookies de análise só são activados com o consentimento do utilizador. Pode gerir as suas preferências de cookies a qualquer momento através das definições do seu browser.
Não utilizamos cookies de publicidade ou rastreamento de terceiros para fins comerciais.
A ConsultasOnline reserva-se o direito de atualizar a presente Política de Privacidade a qualquer momento. A versão em vigor estará sempre disponível em consultas-online.pt/privacidade. Alterações significativas serão comunicadas por email.
As condições que regem a utilização da plataforma ConsultasOnline.
Última atualização: 1 de Janeiro de 2024
A plataforma ConsultasOnline é um serviço de saúde 100% online, acessível em consultas-online.pt. Contacto: geral@consultas-online.pt.
Os presentes Termos de Serviço regulam a utilização da plataforma consultas-online.pt e a contratação dos serviços de saúde online disponibilizados. Ao utilizar a plataforma, o utilizador aceita integralmente estes termos.
A ConsultasOnline disponibiliza os seguintes serviços de saúde online:
Os serviços são prestados por profissionais de saúde devidamente habilitados e registados na Ordem dos Médicos.
Os preços em vigor são os apresentados no momento da contratação. Atualmente:
O pagamento é exigido no momento da marcação, sendo aceites MB WAY, Referência Multibanco e cartão bancário. A fatura é emitida automaticamente após confirmação do pagamento.
Cancelamento com mais de 48 horas de antecedência: reembolso total do valor pago, no prazo de 5 a 10 dias úteis para o método de pagamento original.
Cancelamento com menos de 48 horas de antecedência: não há lugar a reembolso, mas é oferecida uma remarcação sem custo.
Falha técnica imputável à plataforma: reembolso total ou remarcação, à escolha do utilizador.
O utilizador compromete-se a:
A ConsultasOnline não se responsabiliza por diagnósticos incorretos resultantes de informações incompletas ou falsas fornecidas pelo utilizador. Os profissionais de saúde que prestam os serviços são individualmente responsáveis pelos atos médicos praticados, de acordo com a legislação em vigor.
A plataforma não substitui os cuidados de saúde presenciais em situações de urgência ou emergência médica.
A ConsultasOnline reserva-se o direito de alterar os presentes termos a qualquer momento. As alterações serão comunicadas por email e publicadas nesta página com indicação da data de entrada em vigor.
Os presentes termos são regidos pela lei portuguesa. Para resolução de litígios, é competente o tribunal da comarca de Lisboa, sem prejuízo do recurso a meios alternativos de resolução de conflitos de consumo disponíveis em consumidor.gov.pt.
Introduza a password para aceder ao painel de gestão.
Agendamento realizado com sucesso.
Fatura enviada para o seu email. 🎉